Singapura, a cidade do futuro

SINGAPURA CAPA

Chegámos a Singapura, o país com o maior Índice de Desenvolvimento Humano dos países asiáticos e o 9° melhor do mundo que nos faz esquecer que estamos em pleno sudeste asiático!

É um dos lugares mais seguros do mundo, não existe crime, drogas, desemprego ou problemas sociais e mesmo nos seus bairros étnicos, onde se facilita mais um pouco, as leis de não mascar pastilha elástica ou passar sempre nas passadeiras são seguidas á risca! Tudo certinho e direitinho…

Para quem pensa que a fraca presença de polícia na rua poderá incentivar o crime ou as transgressões isso é pura utopia pois por todo lado existem câmaras de segurança e qualquer comportamento ou atitude menos própria será facilmente detectado, por isso o melhor mesmo é não facilitar!

Pudemos inclusive “sentir na pele” a sua obsessão pelo cumprimento rigoroso das regras…atenção ao peso da bagagem no aeroporto! 0,5 kg a mais e paga-se! Tudo é controlado á grama… Uma despedida atribulada que veio “manchar” uma estadia que tinha até aqui sido perfeita. Mas vamos começar pelo princípio!

Marina Bay – O distrito financeiro de Singapura

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Ao sul do Colonial District, fica a Marina Bay, distrito financeiro de Singapura, onde foram construídos arranha-céus que se tornaram icônicos como o hotel Marina Bay Sands e sua piscina de borda infinita. Por lá também fica a roda gigante, o famoso e futurista Gardens By The Bay, com suas belas árvores artificiais que se iluminam todas as noites.

O gigantesco complexo, que mais parece um bairro moderno, foi construído sobre as águas do mar e é sem dúvida o maior exemplo de como Singapura se consegue se reinventar ano após ano.

Hotel Marina Bay Sands

Ficamos alojados, no primeiro dia no Marina Bay Sands Hotel, o maior hotel de Singapura, formado por 3 torres de 55 andares cada (com arquitetura inspirada em uma torre de cartas), que no seu topo possui uma piscina de borda infinita, a mais alta piscina aberta do mundo, que interliga as suas torres.

Foi lá que nos instalamos e passamos a manhã…

Na varanda do quarto, no andar 28, tínhamos os Gardens By The Bay aos nossos pés…

Na piscina, no topo de 57 andares todo o skyline de Singapura…Simplesmente deslumbrante! Que mais podíamos desejar?

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O acesso é restrito aos que se alojam no hotel e por isso nem pensamos duas vezes… é uma experiência a ter pelo menos uma vez na vida!

Gardens by the Bay

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A tarde foi dedicada para visitar os “Gardens by the Bay”, um lugar com vocação para encantar… Das superárvores, estruturas de metal com lateral coberta por plantas, á Cloud forest tudo é incrível! Iluminado à noite, então, é um espetáculo à parte…

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Os Gardens têm duas áreas distintas: Uma aberta ao público e com acesso gratuito e outra reservada para aqueles que adquiriram uma entrada.

Não se paga para percorrer nenhuma das áreas ao ar livre dos jardins pois foram inicialmente concebidos para serem um espaço aberto para uso da população e não só para os turistas que chegam ao país. A área que sem dúvidas chama mais a atenção é onde estão concentradas as maiores superárvores, o Supertree Grove.

Numa grande praça foram erguidas gigantescas estruturas de aço com as laterais cobertas por plantas e que se converteram na imagem mais espetacular dos jardins. Foram construídas de forma a fazer um uso sustentável dos recursos naturais: recolhem água da chuva e contém células fotovoltaicas que permitem também acumular a energia elétrica utilizada no final do dia em sua iluminação. Conforme o dia vai se pondo, as luzes das “árvores” vão-se acendendo, oferecendo uma oportunidade única de nos maravilharmos contemplando uma paisagem tão única e diferente!

Após o por do sol há um espetáculo gratuito de luzes e sons nessa zona. É um momento mágico e que fecha com chave de ouro a visita ao parque.

Na área cuja entrada é restrita encontram-se as duas grandes estufas de aço e vidro e um “passadiço” que percorre a parte superior do jardim das superárvores:

O Flower Dome (a Cúpula das Flores), a estufa das flores recria um clima mediterrâneo onde podemos encontrar espécies vegetais de todo tipo agrupadas em diferentes seções da cúpula.

A Cloud Forest (a Selva Nebulosa), recria um clima tropical húmido. Logo  na entrada uma espetacular montanha com direito a cascata que faz as boas-vindas do recinto e deixa qualquer visitante boquiaberto!

O OCBC Skyway (o passadiço das superárvores) une várias superárvores sendo o seu acesso realizado através de um elevador. Desde o alto do passadiço tem-se uma visão completamente diferente dos jardins e da região que os rodeia

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Helix Bridge – a ponte pedonal de Singapura

A passagem “para o outro lado” faz-se pela Helix Bridge, uma ponte pedestre que constitui uma obra arquitetónica impar de onde pudemos apreciar a espetáculo envolvente e apreciar as vistas fantásticas para o ArtScience Museum, em forma de uma flor de lótus e para o Esplanade, centro de eventos composto por grandes cúpulas cobertas por mais de 7 mil triângulos de vidro.

ArtScience Museum

O design em forma de uma flor de lótus do museu chama prende desde logo o olhar de quem passa atraindo de forma quase magnética a nossa visão! Foi criado para hospedar as mais populares exposições itinerantes do mundo e conta com a curiosidade do seu teto recolher a água da chuva e a canaliza-la até o lago no primeiro nível da estrutura onde é reciclada e usada também nas casas de banho do museu…

Esplanade – Theatres on the Bay

É o centro de eventos que tem uma importância local semelhante à da Opera House para Sydney. O edifício foi construído para atender à demanda cultural da cidade – até então alocada apenas no Victoria Theatre, considerado de médio porte. Além do tamanho, impressiona a arquitetura inspirada na durian, fruta tropical só encontrada na região. Modernismo que impressiona e forma um conjunto que complementa as demais estruturas do complexo

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Fullerton Heritage

E terminamos o dia no Fullerton Heritage onde se destaca o Merlion, o chafariz metade leão e metade peixe, símbolo turístico de Singapura.

Além da estátua, no parque há um píer, uma vista panorâmica do complexo Marina Bay e um show de luzes – que acontece apenas às 20h e às 21h30. Como visitamos a cidade-estado precisamente no dia nacional de Singapura ainda tivemos direito a fogo de artificio!

A Little India de Singapura

A Little India é um universo à parte… vimos-nos rodeados da população indiana local, vestidos a rigor, de belos templos hindus, lojas e restaurantes de rua com sabores e cheiros marcantes e assim, longe dos arranha céus e da moderna Singapura.

Ao longo desta visita a principal diferença relativamente ao resto da cidade – e é bem perceptível – é o lixo e a ausência do cumprimento de regras, como fumar em qualquer lugar!

Aventuramo-nos por entre lojinhas de ouro e tecidos, especiarias e bens alimentares, templos hindus e restaurantes que quase nos teletransportaram á India…

Começamos pela Serangoon Road, a principal artéria de Little India, que corta transversalmente todo o bairro. Daqui seguimos em direção a Syed Alwi Road para a primeira visita a uma das atrações do bairro, o enorme Mustafa Centre: aberto 24h, não é difícil perder-se entre os corredores e diferentes pisos dessa grande loja de departamentos. Entre, nem que seja para uma visita mais rápida! A quantidade de produtos é indiscritível e de tudo um pouco se acha por lá… desde a eletrónica a mercado de comidas típicas, passando por tecidos, especiarias, brinquedos, enfim… o que possam imaginar!

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Depois de visitar o Mustafa Centre, voltamos para a Serangoon Road e seguimos pela Serangoon Road no sentido contrário ao fluxo de veículos até chegar ao templo hindu Sri Veeramakaliamman Temple (na esquina com a Belilos Road).

O que primeiro chama a atenção no seu exterior é sua torre altamente decorada, chamada de gopuram. Dá vontade de ficar horas a apreciar as pequenas estátuas!

Mas o seu interior é ainda mais espetacular! O templo é dedicado à deusa Kali, deusa do poder e consorte de Shiva, as imagens são por isso fortes e de grande expressividade!

Percorremos todo o perímetro interno do templo contemplado as estátuas, algumas representando cenas realmente sangrentas e impressionantes e os diferentes rituais e orações que estavam a ser celebrados pois, apesar de também por lá se encontrarem alguns turistas como nós, é frequentado por pessoas locais o que o torna autêntico e nos permite assistir as atividades realizadas no espaço de orações.

Uma viagem cultural inesquecível!

No lado esquerdo da rua, no número 41, passamos depois pela mesquita Abdul Gafoor, monumento histórico nacional, rica em detalhes e cravada por símbolos como a lua crescente e estrelas. Na entrada está o único relógio de sol do mundo islâmico.

De volta à Serangoon Road, apenas apreciamos a fachada do Little India Arcade, um centro comercial ao estilo antigo e que ocupa um edifício da década de 20, que sendo um dos principais marcos turísticos de Little India, faz com que a maioria de seus visitantes sejam turistas…

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Por isso decidimos ir conhecer com mais pormenor o Tekka Centre, um mercado de alimentos, lojas de produtos típicos indianos e um hawker (“court food”). Este é um outro local para ser percorrido degustando aromas e sabores. Como o Tekka não é um lugar turístico, a maioria de seus frequentadores são pessoas do bairro ou que por ali trabalham…um lugar muito interessante para se sentir a verdadeira Little India!

Foi por ali que comemos… preços acessíveis, local simples, no meio dos locais, atrevemo-nos a navegar nos menus de comidas indianas, malaias, indonésias e chinesas. A autêntica experiencia gastronómica!

Boat Quay e Clarke Quay

E mais um dia terminou entre Boat Quay e Clarke Quay, um bairro noturno com charme antigo, cheio de bares e restaurantes onde pequenas pontes iluminadas criam um ambiente muito agradável e dão um brilho colorido ao rio.

Alguns dos restaurantes têm esplanadas junto ao rio que com o seu sistema de iluminação lhe dão um brilho colorido, ao que se juntam os pequenos barcos de cruzeiro que o atravessam à noite também “exageradamente” iluminados!

Os centros comerciais, de grandes dimensões, proliferam por toda a cidade e são muito frequentados por locais.
Mulheres bonitas, cuidadas, com roupas e comportamentos mais próximos do Ocidente do que em muitas outras cidades asiáticas. Saindo um pouco para dentro das margens do rio há em algumas ruas, além dos centros comerciais, zonas de venda ambulante, contrafação de óculos, relógios, bugigangas e souvenirs.

A Chinatown de Singapura

Arquitetura tradicional, lanternas, casinhas coloridas, lojas de souvenirs e produtos chineses e ao fundo o contraste dos prédios modernos… é assim a Chinatown por estas bandas!

Só a (falta de) higiene e (falta de) organização nos faz recordar que ainda estamos em Singapura!

Mas, mesmo assim, depois de visitar as Chinatown’s de Nova York, Chicago e Bangkok, não há comparação! É que se ao nível da limpeza, segurança e organização nada têm a ver com o resto da cidade de Singapura, relativamente ás suas congéneres “bate-as aos pontos”! E tal como as demais Chinatown’s pelo mundo, o que leva milhares de turistas ali todos os dias é a possibilidade de vivenciar a cultura chinesa, aqui ainda mais original devido à proximidade com o país.

A região das ruas Mosque StreetPagoda StreetTemple Street e Smith Street é a mais convidativa a uma visita.

Desde a principal porta de entrada para o bairro, logo nos deparamos com as charmosas casinhas coloridas e passeio pedonal onde funciona uma feira de produtos típicos e de souvenirs. Sem dúvida esse é o melhor local para comprar lembrancinhas para família e para os amigos.

Na sua principal atração, o Buddha Tooth Relic Temple, cuja arquitetura segue a linha da Dinastia Tang com os típicos telhados em curva.

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No seu interior assistimos a uma cerimónia e pudemos ver o dente do Budda! O templo tem cinco andares e um museu anexo.

Passamos também pelo templo de Sri Mariamman, cujo amplo espaço interior tem inúmeras estátuas de divindades hindu antes de partimos de novo, agora rumo às praias da Tailândia.

No final da China Town, fica aqui mais uma dica para quem queira experimentar mais um Hawker, o “Hawker Centre Maxwell Road”, onde o chicken rice”, o prato mais amado de Singapura, fica por menos de 3 SGD. Também em várias ruas funciona a Chinatown Food Street, uma verdadeira praça de alimentação a céu aberto. Os quiosques vendem pratos das mais diversas regiões chinesas.

Mais opções para Singapura:

GUIA PRÁTICO

Como chegar?

A Tailândia, oficialmente Reino da Tailândia, é um estado soberano no centro da península da Indochina, o seu território estende-se por cerca de quinhentos mil quilómetros quadrados e tem uma população aproximada de setenta milhões de pessoas, sendo o vigésimo pais mais populoso do planeta Terra. Faz fronteira a Norte com Myanmar e Laos, a Este com o Camboja e a Sul com a Malásia. É o único país da Asia que não foi colonizado por qualquer país europeu e talvez por isso que seja tão autêntico e especial.

A melhor forma de ir para a Tailândia é voar para a sua capital, Bangkok que é servida pelo aeroporto de Suvarnabhumi.

Fazemos sempre a pesquisa dos voos no Skyscanner pois assim ficamos com uma visão global dos preços praticados pelas diversas companhias aéreas e dos horários disponíveis. Tem sido um motor de busca essencial! É só escolher a opção que mais nos convém e somos redirecionados para as várias hipóteses de reserva… DICA: APÓS FEITA A ESCOLHA ir ao site da PRÓPRIA COMPANHIA AÉREA… mesmo que o skyscnaner mostre opções mais baratas… é, de certeza, a mais segura a reserva na própria companhia e mais fácil a comunicação direta quando surgem contratempos!

Sendo as passagens aéreas a parte mais cara da maioria das viagens, dedicamos um artigo apenas a explicar como funciona o Skyscanner e com dicas de como comprar voos baratos.

Há agora que chegar ao hotel! Para isso, deixamos aqui alguns meios para sair do aeroporto

  • O Airport Rail Link é a melhor forma de chegar do Aeroporto de Suvarnabhumi ao centro de Bangkok. Por menos de 1 euro e no máximo de 30 minutos chega-se ao centro da cidade num transporte prático e confortável.
  • O BTS, tipo metro de superfície, é uma forma fantástica para deslocações na cidade. Para além de chegar ao destino de forma rápida e confortável, ainda se pode disfrutar das vistas pelo caminho. É também chamado de “sky train”. É composto por 2 linhas: a linha Silom que liga o Sul e o Oeste e a linha Sukhumvit que liga o Norte ao Este.
  • Os táxis abundam em Bangkok mas tem sempre que se negociar o valor porque o taxímetro está sempre “avariado”! É um esquema bastante vulgar na cidade e portanto é necessário estar sempre alerta: insistir que o taxímetro esteja ligado durante a viagem é essencial e ter também muita atenção, pois há taxistas que fazem a viagem mais longa para assim poder garantir mais dinheiro. Tentar negociar em vez de usar o taxímetro é também uma opção, mas é raro obter um preço “justo” à primeira…
  • Assim talvez a Grab/Uber seja a melhor forma de locomoção principalmente, para quem não quer perder tempo a arranjar o melhor meio de transporte ou a negociar com taxistas e tuktuks. Os preços são muito acessíveis e com um simples “clique”, o carro está à porta do hotel, à sua espera.
  • Os tuk tuks são um dos elementos icónicos de Bangkok e, até ao aparecimento do MRT e do BTS, uma das formas de transporte mais usadas na cidade. Mais uma vez o valor tem sempre de ser negociado previamente sendo que o mínimo não deverá normalmente ir abaixo dos 30 bahts para distâncias muito curtas.
  • Autocarro: Foi a nossa opção por ser a mais barata e que está bem publicitada no aeroporto. Hoje talvez não fosse a mossa opção, mas que foi uma experiencia inesquecível, isso foi!
  • Transfer agendado: sobretudo em alta temporada, quando o movimento e as filas são grandes, uma alternativa é combinar com o hotel ou empresa especializada; apesar de mais caro, pode economizar tempo
  • Carro alugado: no aeroporto é possível levantar um carro, cujo valor você pode consultar em baixo – com a vantagem de ter como se deslocar… o transito é caótico, mas é mais uma opção!

Quando viajar?

O país possui um clima tropical húmido, afetado pela ação dos ventos de monção, que variam de direção segundo as estações do ano. De abril a outubro, os ventos são, em sua maioria, vindos do sudeste trazendo chuvas á costa oeste. Nos outros meses do ano, os ventos sopram do nordeste, sendo assim a zona mais afetada com as chuvas a costa virada para o Golfo da Tailândia. As temperaturas são, no geral, elevadas, variando entre 15 °C e 35 °C.

Onde ficar?

A nossa escolha número 1 é utilizar o Booking.com.

Temos reservado através desta plataforma por todo o mundo e não podemos estar mais satisfeitos. NUNCA tivemos qualquer tipo de problema. Por isso, independentemente do tipo de alojamento que escolherem para a vossa estadia recomendamos que reservem aqui sem receios.

Vamos indicar as nossas escolhas e algumas alternativas “para todos os gostos” baseadas na nossa pesquisa mas fica aqui deste já o link genérico para outras opções.

Booking.com

A nossa escolha recaiu sobre o Hotel Ibis Styles Bangkok Khaosan Viengtai e temos só uma palavra: PERFEITO! Qualidade, preço, localização… tudo! E poucos metros da Khaosan Road, sem o mínimo de barulho. A repetir, sem dúvida, num regresso futuro.

Em alternativa ao “típico” Hotel, poderão alugar um alojamento para férias e assim tirar partido de comodidades que um hotel não oferece, como cozinhas para preparar refeições, espaços de lazer privados e muito mais. Se essa for a vossa opção então na Vrbo, poderão sempre encontrar uma casa de férias para alugar à vossa medida, seja qual for o vosso orçamento ou destino de viagem, e usufruir de pagamentos seguros, apoio permanente e um processo de reserva simplificado

Como viajar seguro?

Este não é um conselho! É mesmo um “investimento” que consideramos OBRIGATÓRIO…

Nunca se esqueçam de fazer o seu SEGURO DE VIAGEM… Nós fazemos sempre!

Viajar é a nossa paixão, um momento muito esperado e planeado e por isso, nada melhor do que embarcar tranquilo! Assim, fazer um seguro viagem dá-nos a segurança de que caso algum imprevisto aconteça, como o extravio de alguma mala ou mesmo a necessidade de assistência médica, não teremos que nos preocupar com dinheiro e burocracia.

Fazemos sempre comparação de preços/condições da apólice nestas duas companhias de seguros especializadas em seguros de viagem, em função do destino pretendido. Façam como nós e escolham o melhor seguro de viagem…

Simulação AQUI


Visitamos Singapura em conjunto com mais dois países do Sudeste Asiático: Tailândia e Indonésia.

Dedicamos um artigo a cada local que podem ter interesse em visitar no nosso site:


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