Riviera Maya, México

Riviera Maya

A combinação de praias caribenhas, sítios arqueológicos e a culinária mexicana faz da Riviera Maya o destino o ideal para quem quer aproveitar o sol e as suas águas quentes para relaxar, sem perder a oportunidade de visitar, entre outros locais de relevância histórica, uma das sete maravilhas do mundo moderno!

No fim deste artigo deixamos um GUIA PRÁTICO com todas as dicas , como chegar, onde ficar, etc…

Playa del Carmen

 A cerca de 65 quilómetros de Cancun, Playa del Carmen é uma cidade tranquila localizada na costa da Riviera Maya, que faz faz parte do município de Solidariedad, no estado mexicano de Quintana Roo.

Sendo uma cidade pequena e relaxada, consegue visitar-se a pé, pois tudo “acontece” nas proximidades da 5ªth Avenida, uma rua de paralelepípedos com uns 2 km, paralela a praia. Aqui encontram-se todo os tipos de restaurantes, gelatarias, bares, lojas de souvenirs, de roupas, de charutos e casas de câmbio . Há ainda dois shoppings: Paseo del Carmen e Quinta Alegria.

Á sua volta estendem-se várias praias de areais brancas e palmeiras banhadas pelo mar cristalino e quente do caribe!

Ficamos alojados em PLAYA PLAYACAR, um condomínio fechado onde se situam os hoteis da cadeia Riu e que é uma das mais bonitas praias de Playa del Carmen, na Riviera Maya.

Chichén Itzá

Chichén Itzá localiza-se no município de Tinum, no estado de Yucatán, aproximadamente três horas de carro da Riviera Maya (185 kms).

Declarada como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1988 e eleita em 2007 como umas das Sete Maravilhas do Mundo Moderno, a antiga cidade de Chichén Itzá é o mais famoso dos sítios arqueológicos da antiga civilização Maia que existe no México e um dos responsáveis por atrair tantos turistas a esta região.

Para conhecer Chichén Itzá com saída de Playa del Carmen pode recorrer-se a tours que os próprias agencias hoteleiras dos resorts organizam ou então recorrer a operadores internacionais. Normalmente nestas tours está incluído transporte, almoço, ingressos e visita guiada dentro do sítio arqueológico e dependendo do contratado pode ainda haver outras paragens como num cenote ou na encantadora cidade de Valladolid.

Nós costumamos usar um destes 3 operadores internacionais e todos eles são fiáveis. É uma questão de comparar preços!

Para além da beleza inegável do local é uma grande oportunidade para fica a conhecer a fascinante Cultura Maia.

Presumivelmente, a cidade de Chichen Itza foi fundada por volta de 455, pelo povo Itza, uma das tribos da civilização maia que se tornou famosa por sua cultura, arquitetura e bastante significativa, para a época, conhecimento em matemática e astronomia.

Durante a sua história, esta cidade maia passou por diversas fases: foi atacada e invadida diversas vezes por outros povos que disputavam espaço e poder na região.

Quando os espanhóis invadiram o México, nos séculos XV-XVI, Chichen Itza já estava completamente abandonada e parcialmente em ruínas. Havia apenas em volta dela pequenos grupos indígenas que trataram as ruínas da antiga cidade como um lugar sagrado.

Vários séculos se passaram, mas até agora não se sabe ao certo o motivo da transformação da outrora poderosa cidade numa cidade abandonada e esquecida por literalmente todos.

Pirâmide de Kukulcán – El Castillo

A primeira imagem que nos vem à cabeça ao falar de Chichén Itzá é a famosa Pirâmide de Kukulcán, também chamada de El Castillo, que é, de facto, a construção mais imponente de toda a zona arqueológica.

A sua localização, na praça principal do local, bem no centro da cidade, explica sua relevância nas esferas política e religiosa. 

Dedicada a Kukulkan, uma divindade na forma de uma serpente com cabeça humana, Deus da chuva e do vento, consiste em nove degraus, com 24 m de altura numa base quadrada.

Estes nove degraus estão separados por escadas em cada face da pirâmide, em duas partes, o que dá um puro 18 – o número de dias em um mês no calendário maia.

Cada uma das quatro escadas consiste em 91 degraus, ou seja, no total 364 e em combinação com a plataforma superior 365 – o número de dias em um ano.

As faces da pirâmide estão localizadas estritamente nos pontos cardeais, e cada uma tem 52 imagens em relevo, o que corresponde ao número de anos no ciclo do calendário maia.

Ao longo da escada do norte, uma cobra emplumada de de 36 metros encontra-se esculpida de tal forma que , nos dias dos equinócios de primavera e outono, se pode observar um efeito surpreendente: a sombra da borda da pirâmide vai criando movimentos de luz e sombra que dão a sensação que a gigante cobra está a rastejar, escada abaixo, até se juntar a uma enorme cabeça de pedra!

Nos equinócios, o sol está posicionado diretamente sobre o equador e a duração do dia e da noite é igual. Fazer esta pirâmide e localiza-la de forma a que o efeito da cobra ocorra precisamente nestes dias, é, realmente, uma demonstração dramática do conhecimento astronómico maia, de como estavam avançados a nível de arquitetura e geometria…

No topo da pirâmide está o santuário de Kukulkan.

Após o abandono da cidade, o Castelo manteve a sua aura de prestígio, o seu papel simbólico, e na época da conquista ainda era visitado por peregrinos que vinham realizar cerimónias em honra dos deuses da chuva. 

Não muito tempo atrás, os cientistas descobriram outro, mais pirâmide antiga sob a pirâmide de Kukulkan, também tem nove níveis, e dentro da qual foi mantido o principal símbolo dos governantes maias – um trono de pedra, conhecido como Jaguar Mat.

Embora em comparação com as de outras construções, a do Castelo seja uma decoração bastante austera, a estrutura ainda é o elemento mais marcante da cidade devido às suas dimensões e à sua harmonia simétrica.

Ao mesmo tempo que fascina é também algo assustador e tenebroso se imaginarmos que, há muitos anos atrás, vidas humanas foram ali sacrificadas!

Mais do que apenas uma pirâmide, Chichén Itzá era uma cidade, aliás, era umas das importantes cidades durante a civilização Maia!

E, como tal, possui muitas outras áreas interessantes e cheias de história!

Nas imediações ode ainda visitar-se o o Templo dos Jaguares, um campo de “jogo de bola” e o Grupo das Mil Colunas, entre outras construções da época.

Campo do Jogo da Bola

É o maior campo da Mesoamérica, com cerca de 120 por 30 metros, constituído por dois muros altos, no centro dos quais estão embutidos dois anéis de pedra, conhecidos como marcadores de jogo de bola.

Os marcadores ostentam representações de duas serpentes emplumadas entrelaçadas, que os tornavam portais para o submundo, de acordo com o profundo sentido ritual do jogo. 

Além disso, na parte inferior dessas paredes há baixos-relevos com cenas de sacrifício dos jogadores.

Em cada extremidade existe uma construção: o chamado Templo do Norte e o Templo do Sul, nos quais seguramente eram realizadas atividades rituais. Dentro do Templo do Norte há um painel com relevos que mostram diferentes cenas nas quais participam mais de 40 personagens.

Após, uma breve descrição sobre o Jogo de Bola Mesoamericano, em que ficamos a saber que para acertar com a pesada bola de couro nos marcadores não se podia usar as mãos nem os pés para , apenas as outras partes do corpo como coxas, quadris e braços, fomos confrontados com uma inquietante pergunta pelo guia que nos acompanhava pela Cidade Maia de Chichén Itzá,

“E por acaso vocês imaginam qual era o destino dos vencedores?”

Apesar de muitos imaginarem qual era a resposta, ninguém se atreveu a falar pois estávamos á espera que nos fosse questionado antes o destino dos derrotados… “Muitas vezes, os vencedores tinham como destino a morte. Eram sacrificados para servir como oferenda aos deuses”, explicou!

Tornar-se vítima era uma grande honra e garantia de felicidade na vida futura.

É esse e muitos outros factos fazem a Cultura Maia despertar o interesse de muitas pessoas ao redor do mundo, e uma das melhores maneiras de conhecer mais sobre esse povo é viajando até os lugares onde eles viveram.

Templo dos Jaguares

Localizado na plataforma leste do Campo do Jogo da Bola, este pequeno templo é um dos mais notáveis ​​de Chichén Itzá, tanto por seu projeto arquitetónico, característico da cidade, quanto pela sua rica e complexa decoração, associada ao rito do jogo .

O templo superior mostra duas grandes colunas em forma de cascavéis com mandíbulas abertas. Nos frisos é possível ver uma decoração composta por faixas que representam serpentes, jaguares e escudos entrelaçados. 

Grupo de mil colunas ou Templo dos Guerreiros

Outrora por aqui existiu um enorme templo ricamente decorado com cabeças de serpentes e com cerca de mil colunas de sustentação que dava a volta em todo o edifício

Esse templo era utilizado como um grande mercado popular e também nas cerimônias de sacrifício humano.

Cenote Sagrado

O Cenote Sagrado, também chamado de “Poço da Morte” era o local onde muitas oferendas, incluindo sacrifícios humanos, eram despejadas.

Trata-se de um “poço” natural com cerca de 60 metros de diâmetro e 60 metros de profundidade onde os maias adoravam o Deus da Chuva.

Caracol

Trata-se de um observatório maia das estrelas, com uma cúpula arredondada na qual foram feitos furos com uma ordem especial. O seu nome é devido à escada em espiral no interior.

Tulum

Tulum é uma cidade com mais de 30 mil habitantes, localizada a cerca de 65 km da Playa del Carmen na Riviera Maya, que acima de tudo é conhecida por ter um sítio arqueológico Maia “paredes meias” com o mar azul caribenho. A sua visita permite-nos, para além de apreciar a sua incrível visita, conhecer mais de perto o modo de vida e detalhes da cultura Maia.

As ruínas de Tulum são constituídas por uma pequena cidade fortificada construída na beira do mar, em cima de uma falésia, que servia como uma espécie de porto para embarcações. Este porto esteve em funcionamento até a chegada dos espanhóis, no século XVI.

Para entrar no sítio arqueológico é preciso passar por uma das pequenas portinhas localizadas na muralha da cidade, que resiste até aos dias de hoje.

Lá dentro, as ruínas de antigas edificações estão espalhadas por todos os lados. A antiga cidade contava com cinquenta construções das mais variadas funções e funcionava como uma cidade dos moldes atuais: entre elas, edifícios religiosos, da realeza e casas de habitação.

Infelizmente algumas estão bastantes deterioradas, sendo difícil de identificar exatamente o que eram, apesar de todos os pontos possuírem placas explicativas.

De todas as ruínas, a mais famosa é o chamado El Castillo, o edifício mais alto e mais importante, ainda de pé. Fica num dos extremos da cidade e funcionava como farol de navegação e ponto de observação astronómica. Além disso, El Castillo ainda possuía uma função religiosa, onde ocorriam cerimônias maias.

Além das ruínas, por toda a extremidade do sítio arqueológico de Tulum a outra grande atração é Mar do Caribe que pode ser visto de vários miradouros presentes pelo meio das construções e é acessível através de uma escada de madeira, que desce até uma das praias, na base das ruínas.

A sensação de mergulhar naquele mar azul com vistas para uma ruína maia logo acima é indescritível!

PARA RESERVA DE TOURS desde a Riviera Maya:

Cobá

Situada entre Tulum e a todo-poderosa Chichén Itzá está a antiga cidade maia de Cobá, nome original maia, que tem algumas traduções diferentes, como ‘água abundante’, ‘água turva’ ou ainda ‘água agitada pelo vento’ em maia.

Tal como Chichén Itzá no momento da chegada dos colonizadores espanholes já estava completamente abandonada.

Além das estruturas arquitetónicas, uma das coisas mais interessantes do complexo é o facto de estar totalmente embrenhado na selva. Na verdade, da entrada do complexo até a pirâmide Nohoch Mul (a sua principal atração) são aproximadamente 1.5 km! É possível caminhar até lá (foi o que fizemos! ), alugar uma bicicleta ou contratar um guia que vai te levar em um “tricitáxi”.

Logo á entrada do complexo há um Campo do “Juego de Pelota” e o “Templo de la Iglesia”, numa forma bizarra que faz lembrar uma colmeia, já entre vegetação exuberante e muito bem preservada!

Segue-se depois pelo caminho principal, no meio da selva, para ir até a tração principal do sítio arqueológico, a pirâmide Nohoch Mul ou Pirâmide Ixmoja.

O significado do nome Nohoch Mul é “montículo grande”… e, de facto, trata-se da maior pirâmide de Cobá, que estava localizada no coração da cidade e de cujo topo, no alto dos seus 42 metros de altura, se desfruta de uma vista soberba sobre um tapete verde de selva.

A pirâmide é formada por uma estrutura de 7 níveis, com as laterais arredondadas e um templo na parte de cima.

É uma das poucas pirâmides do México onde está permitido subir até o topo!

Mas atenção, são 120 degraus… e se a subida não é fácil, a descida é extremamente perigosa, apesar das cordas de apoio nela colocadas.

Na frente à pirâmide, há algumas lápides de pedra onde os maias esculpiam fatos interessantes sobre a classe alta da sociedade e que assim possibilitarem a descoberta de várias características da civilização maia

Normalmente esta visita está integrada com Tulum ou Chichén Itzá:

Cenote Ik-Kil

Devido à formação geológica da península de Yucatán, a região não tem rios ou lagos na superfície! Mas isto não significa que não haja água doce… Esta encontra-se em rios subterrâneos!

E, parte deles podem ser vistos por meio de cavidades (resultado de colapsos das rochas), chamadas de cenotes. São, basicamente, piscinas naturais dentro de um buraco.

Apesar deste fenómeno não ser exclusivo desta zona, a verdade é que este estado mexicano é o local de maior incidência de cenotes do mundo! São pelo menos 2.400, já foram catalogados, mas calcula-se que existam mais de 6 mil!

Muitos tours que fazem passeios de Chichén-Itzá, Tulum e Cobá passam por algum deles, abertos ao público para banhos!

O mais conhecido é o Ik-Kil, a 3km do sítio arqueológico de Chichén-Itzá e portanto acessível a quem está a passar férias na Riviera Maya.

Situado 26 metros abaixo do nível do solo, a piscina tem mais de 40m de profundidade ; ou seja, é preciso saber nadar ou, então, alugar um colete salva-vidas. Para descer até o local, há uma escada de madeira, e o que mais chama a atenção é a vegetação, com vários cipós pairando sobre o poço.

Nos dias ensolarados, o local é ainda mais bonito, pois a água adquire um tom de azul-turquesa.

Akumal

Akumal é uma praia paradisíaca que fica no México, mais especificamente na Riviera Maya, a pouco mais 30 quilómetros da Playa del Carmen.

O nome Akumal tem origem maia e significa “lugar das tartarugas”… e está tudo dito! Na baía de Akumal uma tour de snorkel proporciona uma inesquecível aventura na qual é possível ir nadar com um dos animais com maior longevidade do mundo!

Sabiam que as tartarugas podem viver de 150 a 200 anos?

Com suas águas calmas e quentes estão criadas as condições para ser um refúgio para as tartarugas que se alimentam das algas marinhas. O melhor de tudo é que este refugio fica apenas a 100 metros da praia e por isso é bastante fácil chegar até lá!

Ao percorreremos o recife além das tartarugas que vivem nessas águas podemos encontrar ouriços-do-mar, corais e até raias. Nadar ao lado delas, chegar perto (é proibido tocar !) é uma experiência que nunca mais se esquece!

Cenote Aktun-Chen

O cenote Aktun-Chen, devido à sua formação, permite mergulho de observação, sem necessidade de usar tanques de oxigênio, apenas com equipamento de snorkel.

Com cerca de 640 metros, a caverna Aktun-Chen é uma das mais largas e mais antigas do México e fica precisamente na região da Riviera Maya. Os geólogos estimam que o lugar foi formado há mais de 5 milhões de anos atrás. Todavia, o cenote, por si só, é muito mais jovem, tendo cerca de 30 mil anos de idade.

Está localizado dentro do Parque Natural Aktun-Chen e é totalmente iluminado com lâmpadas subaquáticas além das 3 entradas de luz natural, o que permite observar as incríveis formações naturais de estalactites, estalagmites e colunas, formadas ao longo de milhões de anos.


GUIA PRÁTICO

A Riviera Maya do México encontra-se na costa Este deste país, nas margens do Mar das Caraíbas.

O Aeroporto Internacional de Cancun é a principal via de acesso para a Riviera Maya.

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O aeroporto de Cancun fica entre meia hora e quarenta minutos da maioria dos hotéis

No caso dos pacotes das agências de viagem os transfers estão incluídos, estando assim assegurado o transporte desde o aeroporto de Cancun até á Riviera Maya

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Na Riviera Maya o que não faltam é hotéis!

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Todos os textos são da autoria de Olga Samões e todas as fotografias deste blog são da autoria de José Carlos Lacerda, exceto onde devidamente identificado. Proibida a reprodução de quaisquer textos e/ou imagens sem autorização prévia dos autores

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