Patcha Mamma! Á conquista de Machu Picchu

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“Patcha Mamma! – Á conquista de Machu Picchu” relata, acima de tudo uma experiência de vida, real, escrita na primeira pessoa e como tal repleta de genuína emoção.
Em 2011 Olga Samões e os seus companheiros de caminhada aventuraram-se pelos Andes Peruanos com destino a Machu Picchu, uma das novas 7 Maravilhas do Mundo.
As peripécias deste périplo são aqui descritas de forma intensa e transportam-nos não só até ao caminho Inca de Salkantay mas essencialmente ao “eu” mais íntimo da autora numa partilha pensamentos e de auto-superação…
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Descrição

“Patcha Mamma! – Á conquista de Machu Picchu”
PREFÁCIO
Adoro viajar !!!
Viajo para viver experiências, para fugir da minha “zona de conforto”, não ter rotinas enfadonhas, vivenciar coisas novas, procurar novos sabores, desafiar os meus limites!!! Boas ou más, são as experiências novas que me marcam para todo o sempre… seja avistando Machu Picchu pela primeira vez, mergulhando nas raízes do templo “Birla” em Delhi, caminhanhando pela Grande Muralha da China, assistindo ao nascer do Sol no Rio Ganges ou seja simplesmente vendo o cume de uma montanha nevada a beijar o céu…..
Viajo porque com isso fico mais “rica”. Todos os lugares têm uma realidade distinta e o contacto efetivo com essa realidade abre a nossa mente: quando vês que algumas pessoas em Cuba vivem com menos de 10 euros por mês, percebes quanto vale cada euro… quando um menino na Índia te pede pão, dás valor á comida que comes cada dia…
Viajo para conhecer gente boa. É espantoso como o Mundo está povoado de gente genuinamente hospitaleira! São as pessoas com quem me cruzo na “estrada” que ficam na memória… São elas uma das grandes riquezas de uma viagem.
Viajo porque adoro experimentar novas comidas, desafiar o meu paladar com sabores desconhecidos. Provar a comida de outras culturas permite-nos entrar na sua história e evolução… mas nem sempre é fácil!!!
Viajar dá-me perspetiva, é uma experiencia libertadora, alarga-me os horizontes, faz-me sentir-me como uma “cidadã do Mundo”, sem preconceitos nem fronteiras, viajo, enfim, para ser feliz!!!
E como também adoro escrever decidi tentar, repito, apenas TENTAR partilhar aquela viagem que até hoje mais me marcou…
PRÓLOGO
A ‘caminhada’ foi o pretexto por mim encontrado para testar os meus limites… Apesar da satisfação de ter cumprido a meta em relação aos quilómetros percorridos, não foram eles o objetivo principal. Na verdade, o desejo – e necessidade – de me superar, de ver até onde iam as minhas forças, do que afinal EU era capaz – foi a motivação genuína. Algo um tanto egoísta, eu sei… mas só possível de ser vivido diante do silêncio da caminhada!
E é essa motivação que me continua a acompanhar dia a dia…
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Muitas outra viagens são relatadas neste site com artigos sobre destinos dos 5 continentes!

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