Halong Bay, Vietname – a “baía onde desceu o dragão”

Deixamos para trás o ritmo frenético de Hanoi e após 4 horas para fazer cerca de 150 km subimos a bordo de uma embarcação típica do Vietname inspirada nos antigos barcos chineses que num silêncio delicioso ia serpenteando entre as mais de três mil ilhas que formam uma das sete maravilhas naturais do Mundo: Halong Bay!

Marcamos através do GetYourGuide este passeio, com transfer de ida e volta para Hanoi incluído.

Há várias opções variando o preço de barco para barco e consoante o número de dias/noites. Achamos que a nossa opção 2 dias/1 noite foi a adequada. Fica aqui o link – https://www.getyourguide.com/hanoi-l205/hanoi-2-day-halong-bay

Situada na província de Quàng Ninh, Halong Bay, “baía onde desceu o dragão” é o local mítico para onde, reza a lenda local, há muito tempo, quando o Vietname lutava contra os invasores chineses, os deuses enviaram uma família de dragões para ajudar a defender a terra. Esses animais começaram a cuspir jóias e jade, que depois se transformaram em ilhas e ilhotas, formando uma parede contra os invasores. O povo manteve assim as suas terras seguras e formou o que mais tarde viria a ser o Vietname… Após a invasão, os dragões, interessados em manter-se na terra, num local pacífico e belo, decidiram ficar a viver nesta baía, daí o seu nome de batismo!

Misticismos à parte, a verdade é que são impressionantes as suas águas cristalinas de onde emergem rochas com diversas formas cobertas de vegetação num colorido esmeralda que a torna única.

Foi com este cenário de fundo que almoçamos no barco antes da visita a Hang Sung Sot.

Cinquenta passos levam até a entrada de uma das maiores e mais impressionantes cavernas da zona, cujo nome “caverna surpresa” foi atribuído pelos exploradores franceses que, quando a descobriram, em 1901, ficaram atónitos com a sua grandiosidade. De lá, continua por três grutas progressivamente maiores, cada uma decorada com estalactites e estalagmites que assumem formas diferentes, como um dragão, um tigre e um pinguim…haja imaginação!

Ao sair caverna fomos recompensados da íngreme caminhada com uma vista espetacular sobre a baía.

De regresso, tivemos oportunidade enquanto permanecíamos ancorados de usar finalmente a nossa “fly cam” como por lá são conhecidos os drones e obter imagens de suster a respiração e presenciar um espetacular por do sol.

Foi nesta mágica baia que pernoitamos, carregando energias, invadidos de um sentimento de bem-estar e gratidão perante mais uma dádiva da natureza!

Antes de dar por terminada a visita e após uma aula de tai chi no topo do navio, ao amanhecer, a ultima paragem foi na ilha “Dão Ti Top”.

Aqui, para além de uma minúscula praia de areia fina que permitia aos mais corajosos dar um mergulho nas calmas e frias águas da baia, é possível subir 400 degraus e apreciar de um miradouro, mesmo no topo mais uma vista incrível que nos permitiu, apesar de estar apinhado de turistas, captar imagens que sãos verdadeiros postais!

⭐⭐⭐⭐⭐

Todos os textos são da autoria de Olga Samões e todas as fotografias deste blog são da autoria de José Carlos Lacerda, exceto onde devidamente identificado. Proibida a reprodução de quaisquer textos e/ou imagens sem autorização prévia dos autores

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