Do outro lado do Mundo – NOVA ZELÂNDIA

Longe de tudo, do outro lado do mundo, a Nova Zelândia reúne cenários naturais de tirar a respiração como vulcões, géiseres e lagos multicoloridos com uma intensa cultura Maori, seu povo nativo e em cuja língua, “Aotearoa”, significa “Terra da Grande Nuvem Branca”…

Aterramos em AUCKLAND, a cidade com mais população da Nova Zelândia, cerca de 1 milhão de pessoas, com uma arquitetura muito semelhante a uma cidade americana, com uma limpeza, modernidade e organização admirável mas que , no entanto, não tem grandes monumentos históricos ou atrações relevantes enquanto cidade…

A ideia era, no entanto, apenas por lá pernoitar, fazer uma “rápida” visita no dia seguinte e partir para o interior da ilha, onde se encontram os seus grandes encantos!

Assim, ficamos instalados na melhor zona para tão fugaz estadia, perto da Queen Street no Hotel Crowne Plaza https://www.booking.com/hotel/nz/crowne-plaza-auckland. Foi assim fácil explorar desde logo o seu centro com um passeio nas movimentadas avenidas onde está boa parte do comércio local. Seguimos até ao porto maritimos, onde acaba e percorremos um pouco da Quay Street, na região do Britomart, repleta de restaurantes e cafeterias, ótima para observar o movimento portuário.

E aproveitamos também para conhecer Auckland “das alturas” subindo à Sky Tower (bilhetes: https://www.getyourguide.pt/SkyTower ). As vistas são de facto magnificas e valem bem o preço do bilhete! Com 328 metros de altura, é cenário para algumas atividades radicais… o SkyWalk – uma caminhada por fora da torre ao nível do observatório – e o SkyJump – um salto externo, auxiliado por cabos.

O dia seguinte foi dedicado a visitar o famoso vulcão o Mount Eden, situado nos seus limites…O cume do Maungawhau, o nome original do vulcão, é o ponto natural mais alto da cidade de Auckland. Lá, além de uma belíssima vista de Auckland, consegue-se observar a sua cratera côncava mantida quase perfeita, dando uma noção muito real do que era o vulcão.

E o seu principal museu, o Museu Memorial da Guerra de Auckland ou como os locais chamam Museu de Auckland, um dos mais importantes da Nova Zelândia. A sua arquitetura neoclassicista é um marco na cidade e foi construído sobre um vulcão adormecido no parque de Domain ( um grande parque publico da cidade). O museu apresenta coleção de fotografias sobre vários assuntos (historia natural, biologia e geologia) e tem também uma coleção de objetos maoris e das ilhas do Pacifico para além de uma grande coleção sobre as guerras da Nova Zelândia.

Como o tempo era escasso não pudemos ir para norte… mas para quem for mais dias aconselhamos:

A viagem de um dia para o Coromandel para visitar o mundialmente famoso Cathedral Cove e Hot Water Beach. Por aqui, numa tour de um dia, que regressa a Auckland, poderão explorar uma península selvagem cheia de montanhas escarpadas e florestas luxuriantes… https://www.getyourguide.pt/auckland-Coromandel

A viagem de um dia, rumo à Nova Zelândia rural, tendo como destino “Bay of Islands”… Neste passeio de camioneta até Paihia, pitoresca vila à beira-mar embarca-se depois num catamarã de luxo que vais passando pelas 144 ilhas que compõem a Baía das Ilhas. No caminho até á remota península de Cape Brett poderão visualisar golfinhos e as baleias, o famoso farol situado no promontório e o Hole in the Rock na Ilha de Motukokako…https://www.getyourguide.pt/auckland/bay-of-islands

Nós seguimos para centro/sul…

E começamos a nossa aventura na “Terra Média”! Não admira que as paisagens tenham servido de pano de fundo para a trilogia “O Senhor dos Anéis”… por aqui o verde predomina colorindo o ondulado das colinas, pontilhadas a espaços por ovelhas que dão ainda um ar mais bucólico a este local.

No local das filmagens “Hobbiton Movie Set” caminhamos entre os diversos “Hobbit Holes”, o riacho com o seu moinho de vento e a famosa “Green Dragon Inn”, onde experimentamos a Ginger beer… https://www.getyourguide.pt/matamata-hobbit

Parece mesmo real! Tudo bem decorado com flores variadas, roupas e outros coloridos cenários do firme ! Nenhum detalhe foi descorado proporcionando uma experiência incrível.

Seguimos entre vales e montanhas até Rotarua, coração da cultura Maori, onde fomos recebidos pela hospitalidade deste povo – kia ora!!!

As suas tatuagens, recheadas de símbolos, contam histórias de vida, tal como a que orgulhosamente “carrego” em mim, o que faz delas uma arte única!

O mais antigo vilarejo maori aberto ao público, Whakarewarewa possibilita uma tour mais realista desta cultura e permite ver de perto o dia a dia dos moradores, assim como as casas onde vivem, presenciar apresentações de danças, cantos e lutas e degustar o maravilhoso hangi, a refeição maori mais famosa. Aqui aconselha-se a ir durante o dia – link: https://www.getyourguide.pt/whakarewarewa

Optamos por visitar à noite a visinha “Te Puia”, onde assistimos a vários rituais e danças acompanhado dum jantar confecionado nas entranhas geotermicas da terra com o geyser Pohutu em pano de fundo. https://www.getyourguide.pt/rotorua-TePuia

Ficamos alojados no Sudima Hotel Lake Rotorua (link – https://www.booking.com/hotel/nz/sudima-lake-rotorua, localizado junto ao lago e que nos permitiu desfrutar daquela pequena cidade, ficando perto de tudo!

Se esta cultura foi a principal razão que nos trouxe até esta cidade, também o facto de ser o grande centro de atividade geotérmica do país, em que a cada esquina se vê vapor a sair por fissuras e bueiros e se sente por todo lado o odor de enxofre a colca na rota obrigatória numa visita a este país. Imperdivel, é, sem dúvida, relaxar num dos muitos spas que aproveitam as águas termais da zona… deixamos aqui várias opções:

Na cidade – https://www.getyourguide.pt/rotorua-l1398/rotorua-lake-piscinas-de-luxo-e-spa

Hells Gate (com transfer gratuito) – https://www.getyourguide.pt/rotorua-l1398/entrada-do-parque-da-reserva-geotrmica-de-hells-gate

Rotorua possui ainda, nas suas imediações diversos lagos de todos os tamanhos e cores, escondendo, a maioria deles, vulcões nos seus leitos. Visitamos o Blue Lake (Lago Azul) e o Tarawera, de azuis profundos e cercados por belas árvores, o Green Lake (Lago Verde) que é sagrado, sendo proibido nadar, pescar e andar de barco. Em virtude do tempo chuvoso e nublado as fotos não fazem “jus” á sua beleza mas permitem transmitir um pouco da sua imensidão.

E se atividade térmica da cidade ainda não for o suficiente, ou caso queira ver tudo o que a geografia local tem a oferecer em um só lugar, é o lugar mais indicado é Waiotapu – https://www.getyourguide.pt/waiotapu tido como “O Parque das Maravilhas Geotérmicas” reune num só local, inúmeros lagos com todas as cores possíveis, geiseres, cavernas e piscinas de origem vulcânica.

Debaixo de chuva intensa, que teimou em estragar-nos o último dia, acabamos por não disfrutar das suas cores e acabamos por optar por seguir viagem, atravessando a ilha para chegamos ao litoral oeste onde o mar da Tasmânia banha as praias de areia negra.

A última paragem neste pais conhecido pelo passaro “kiwi” (que não tivemos a sorte de conseguir ver!) e pela seleção de rugby “All Blacks”, com a sua célebre haka dance, levou-nos até às Cavernas de Waitomo, formadas por correntes subterrâneas onde estalactites e estalagmites se formaram ao longo dos séculos e cujas paredes são “decoradas” com galáxias de vermes, “glowworms”, uma espécie de inseto bioluminescente. O efeito é incrível dando-nos a ilusão de estarmos por baixo de um céu estrelado.https://www.getyourguide.pt/cavernas-de-waitomo

Percorremos assim mais de 900 km por estadas secundárias, entre vilas desconhecidas e locais cénicos que caracterizam a calma e distante Nova Zelândia

⭐⭐⭐⭐⭐

Todos os textos são da autoria de Olga Samões e todas as fotografias deste blog são da autoria de José Carlos Lacerda, exceto onde devidamente identificado. Proibida a reprodução de quaisquer textos e/ou imagens sem autorização prévia dos autores

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