Giro Italiano – FLORENÇA

Tínhamos apenas a tarde de um dia e um outro dia inteiro para explorar a cidade… este nosso hábito das “correrias”!!!

Assim deixamos os museus e as “visitas internas” para o dia seguinte para no primeiro nos deliciarmos com o centro da cidade.

Malas no hotel e rumamos á piazza del duomo, centro civil e religioso da cidade e deparamo-nos com um cenário que parece ter saído de um postal! A catedral, o campanile de giotto e o battistero di san giovanni formam uma das imagens mais famosas de Florença.

Pela vía de pecori chegamos à praça da república, uma das praças mais importantes da cidade. Perto fizemos a pausa para o almoço… Bisteca Fiorentina!

Estávamos perto do famoso javali de bronze junto da fontana del porcellino… A lenda popular diz que tocar o seu nariz traz boa sorte . O procedimento completo para a obtenção de um bom presságio é colocar uma moeda na boca do Javali, depois de ter esfregado o nariz: se a moeda cai dentro da grade onde a água cai vai trazer boa sorte, caso contrário, não. Conseguimos logo à primeira !!!

Através da vía porta rossa chegamos a outra das praças mais emblemáticas, a piazza della signoria, onde domina o Palácio Vecchio e onde se reúnem mais de 20 esculturas de diferentes épocas e a maioria original! Perseus com a Cabeça de Medusa, Rapto das Sabinas, Fonte de Netuno, para citar algumas… Aqui ficava o original do David de Michelangelo, hoje na Galleria dell’Accademia e substituído por uma cópia.

Deixando a praça para trás, cruzando a piazzale degli uffizi chegamos ao rio Arno, sobre o qual poderá contemplar a maravilhosa ponte vecchio!

A Ponte Vecchio é de um charme incrível, abrigando nos dias de hoje lojinhas e joalherias mas já desde a antiguidade era palco para os mercadores.

Reza a lenda que existe desde o império romano e não foi destruída durante a Guerra por ordens do Hitler

Percorremo-la com calma… Do outro lado, a subida agreste até a piazzale michelangelo é recompensada pelas impressionantes as vista sobre cidade!

Há hora “programada” um inesquecível por do sol iluminou de forma única a cidade conferindo aos seus edifícios cores douradas indescritíveis…

Passamos a noite numa residencial no centro da cidade, o Hotel Nizza, a dois passos de tudo. Quarto muito simples, pequeno almoço equilibrado. O “melhor” preço que arranjamos para a localização pretendida que incluísse aparcamento para a mota.

Saímos antes das 9:00 horas pois tínhamos entrada marcada num dos museus mais importantes da cidade, a galeria uffizi, instalada num edifício de 1560.

Fomos sala a sala percorrendo uma das pinacotecas mais importantes do mundo para admirar as obras de alguns gênios como Botticelli, leonardo da vinci, Michelangelo ou Rafael.

Na sala mais famosa da Galeria, a 10-14, o quadro “O Nascimento de Vênus” e “Primavera”, ambos de Botticelli, fazem as delícias da multidão.

Também é imperdível a extraordinária coleção de esculturas antigas e de pinturas (desde a Idade Média até a Idade Moderna).

Fomos depois até à catedral de Florença, a Santa Maria del Fiore, mais conhecida como duomo onde subimos até à cúpula para ver as belas pinturas de brunelleschi e lá do alto apreciar uma linda vista da cidade.

Já no battistero di San Giovanni as chamativas portas do paraíso, são imperdíveis !!!

Após “tanta” arte, o Mercado Central de Florença deu-nos o outro lado da cidade… um mercado popular, frequentado pela população local e no seu exterior uma quantidade enorme de bancas com produtos em pela preenchem as suas redondezas. Aproveitamos para almoçar numa Trattoria na praça…uma excelente opção para quem quer viver uma típica experiência italiana.

Estávamos junto á Basílica de San Lorenzo,uma das maiores igrejas de Florença, abriga os restos mortais de membros da família Médici. Tendo como autor da sua fachada a Michelangelo, fomos ao seu interior conhecer a Sagrestia Vecchia em que o gênio de Brunelleschi se juntou ao Donatello em forma de um cubo, finalizada com uma cúpula, com afrescos reproduzem a posição das estrelas e planetas de Florença, na noite de 4 de julho de 1442.

E fomos percorrendo aleatoriamente as ruas do centro histórico, com seu rico comércio local de artesanato, arte, antiquariados, roupas e jóias de produção própria… a ser explorado sem pressa para poder de tudo melhor usufruir.

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